Tenho a boca aberta
frente ao mundo
com um cão amarrado
atrás dos dentes.
Cruzo a linha amarela
de um " talvez" trazendo
as parcelas de continuar.
Multiplico, Sim... !
Ao alarme.
Deixo sorrisos
sobre o pêlo quente
do gato.
Sinto uma raiva de caverna
ao preço do suéter.
Também não volto a mim mesmo
entre os heróis de capa
e a cabana
nos galhos da árvore cercada
de colo... para
o meu medo passar.