Servem, ou deveriam servir, para escolhermos nossos governantes. É o direito do cidadão numa democracia.
E, nesta semana decisiva da eleição, vale a pena relembrar alguns fatos e até conselhos sobre. Vou repetir alguns:
- Comecemos com Platão que afirma em sua famosa REPÚBLICA – “Um bom governo se dá quando governado por homens que sejam ricos, não em ouro, mas em virtude e sabedoria”.
- Um discurso feito por um candidato ao posto maior de seu país, em algum tempo, em algum lugar fictício – “A grandeza do nosso país, nos próximos anos, virá de dar ao povo um modo de vida que garanta saúde e prosperidade. O que deve importar é que possamos alimentar o povo, curar suas doenças, fornecer conforto e garantir uma nação próspera por gerações. Nossas ruas devem ser seguras, nossas instituições jurídicas e governamentais devem ser alimentadas com verdade e confiança. Só então o país poderá seguir em frente”.
- Outro discurso famoso foi de HAMURABI, o sétimo rei da Babilônia – “Eu, Hamurabi, fui chamado para implantar a justiça na Terra, para destruir os maus e o mal, para prevenir a opressão do fraco pelo forte, para iluminar o mundo e propiciar o bem-estar do povo”. Este rei, lendo hoje o seu discurso, nos parece vaidoso e arrogante, mas foi o maior rei da Babilônia. Governou com sabedoria, sendo seu grande feito a criação do famoso CÓDIGO DE HAMURABI, uma legislação primitiva, mas que tem servido de modelo a constituições modernas.
Enquanto isso, aqui abaixo da linha do Equador, dois candidatos ao posto maior da República, se arvoram em ser especialistas no alto saber do mister de governar.
Estes “sábios” ainda não entenderam que lhes falta bons programas de governo que é o caminho onde corre a carruagem do desenvolvimento e do futuro digno de um povo.
Enquanto isso, parece que tudo vai “continuar como antes no quartel de Abrantes! ”