Num tempo de (de quase isolamento), onde não podemos ficar perto um do outro...não podemos conversar ...nem dar abraços…
Ter a sorte de conseguir trabalhar …e ao mesmo tempo interagir com as pessoas; digamos que hoje isso seria uma “grandeza”…uma “benção “… “abraçando a vulnerabilidade …”
Então surge uma sensação chamada carência...um sentimento sutil...com vestes invisíveis com bordados camaleônicos...
Saudades de escutar histórias exclusivas que nos proporcionam satisfação única...que nos tocam...nos emocionam...
A cada história ouvida (contada) é como se fossem degraus de uma escadaria ...onde cada passo desvela questões e reflexões…
Cada ideia...cada momento de desabafo sincero, se transforma numa oportunidade indefinível de compreensão...entendimento, e por que não mudança de comportamento...
Confessar verdades...expressar com palavras…demonstrar com atitudes...significa que aprendeu dividir para somar...
Sentimentos e ressentimentos na mesma balança...afetos...desejo de ver... ouvir... sentir... conversar...chorar...rir...abraçar
Que sejamos corajosos...fortes, e que deus ilumine nossos passos nesses tempos atípicos!!!
Essa caminhada nos ensina a abraçar a vulnerabilidade...e revesti-la de fé e persistência...