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Erechim organiza implantação da Cruz Vermelha

Representantes destacam que a expectativa é intensa e o município já conta com 25 voluntários mobilizados

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Por Izabel Seehaber jornalismo@jornalbomdia.com.br
Foto Izabel Seehaber

A Cruz Vermelha Brasileira é uma das 190 Sociedades Nacionais que compõem o Movimento Internacional de Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho. É uma associação civil, sem fins lucrativos, independente, declarada pelo governo brasileiro de utilidade pública internacional, de socorro voluntário, auxiliar dos poderes públicos e, em particular, dos serviços militares de saúde. Tendo em vista o propósito de implantar uma filial da Cruz Vermelha em Erechim, foi realizada na noite de quinta-feira (31), na Câmara Municipal de Vereadores, uma apresentação sobre o movimento. 

A ocasião contou com a presença do presidente do Legislativo, Alessandro Dalzotto, do Secretário de Finanças, Roberto Fabiani, além da coordenadora do departamento de voluntariado da Cruz Vermelha do Rio Grande do Sul, Marlene Sosso e do voluntário erechinense, Jandir Chiaparini. 
As lideranças municipais parabenizaram os integrantes pela iniciativa. "Vivemos numa sociedade que não é unida, por isso a entidade é motivo de alegria pois pode beneficiar toda a comunidade", salientaram. 
Segundo Marlene e Jandir, a expectativa para a implantação é intensa e o município já conta com 25 voluntários mobilizados na causa. "A filial RS entende que o apoio às filiais é de extrema importância pois fortalecem o voluntariado e a unidade das filiais. Desde o início percebemos que há um estímulo local para criar a unidade", destacaram. 
Segundo Marlene, após instalada, a Cruz Vermelha de Erechim passará por uma espécie de período de adaptação, em torno de dois anos. Nesta fase, receberá acompanhamento da coordenação do RS sobre as diretrizes e ações a serem desenvolvidas.
A Cruz Vermelha é conhecida internacionalmente e cada município e região têm uma realidade diferenciada. Sendo assim, a coordenadora explica que há várias formas de realizar o trabalho humanitário. "As pessoas nem sempre compreendem realmente o trabalho voluntário, que não é apenas uma vez por ano, mas segue um cronograma, deve ser contínuo, pois é algo sério que tem uma legislação", reitera. 
Jandir afirma que a mobilização é importante e está recebendo apoio da comunidade. "Já estamos com uma comissão organizadora que vai trabalhar estatuto, regimento, além de organizar a estrutura jurica para criar a instituição", salientou. 

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