Familiares, amigos, colegas de trabalho e inúmeras pessoas solidárias prestaram as últimas homenagens a Renan Agnolin, jornalista erechinense que morreu no desastre aéreo da Colômbia. Três momentos marcaram os atos de encomendação e sepultamento realizados na tarde deste domingo (4), em Erechim. O primeiro foi a narrativa do irmão Rangel, que fez um breve histórico da trajetória pessoal e profissional de Renan. Na sequência, Rangel leu um texto de própria despedindo-se do irmão e amigo. Na sequência um colega da emissora de rádio onde Renan Trabalhava, reproduziu um áudio no momento em que Renan embargou a voz ao comentar a classificação da Chapecoense para a final da Copa Sulamerica.
O terceiro momento marcante foi protagonizado pelo padre Valter Girelli. Ao refletir sobre o legado deixado por Renan na morte prematura aos 27 anos, lembrou dos atos promovidos pelo povo colombiano após a tragédia e ressaltou que o jornalista erechinense, assim como os jogadores, dirigentes e comissão técnica da Chapecoense, e os demais jornalistas mortos, doaram a vida para promover a união entre os povos, o apreço à solidariedade humana, tendo o esporte como elo de ligação para promover a paz no mundo
Eram 16h45 quando flores brancas e muitas lágrimas foram despejadas sobre a sepultura onde o corpo de Renan Agnolin foi enterrado, sob aplusos.