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PEC 55 motiva ações estudantis em Erechim

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ocorre na tarde desta quarta-feira (23) uma aula pública na Praça da Bandeira
Por Najaska Martins - najaska@jornalbomdia.com.br
Foto Divulgação

Erechim tem sido tomada nos últimos dias por várias mobilizações estudantis. Protestos, passeatas, aulas públicas e intervenções urbanas estão entre as ações organizadas por acadêmicos do ensino superior de diversos cursos da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) em espaços públicos da cidade. O motivo de toda esta movimentação, conforme destacam os organizadores dos movimentos é a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55 que estabelece um teto para os gastos públicos e atualmente tramita no Senado. 

A exemplo disso, ocorre na tarde desta quarta-feira (23) uma aula pública na Praça da Bandeira, centro de Erechim. O encontro é pautado pelo tema “direitos sociais” e consiste em um debate intermediado pelos discentes do mestrado Interdisciplinar em Ciências Humanas da UFFS sobre as propostas parlamentares em tramitação. Logo mais, à noite, consta na programação uma atividade organizada pelo curso de Ciências Sociais que envolve a leitura e o estudo da PEC 55. A atividade é aberta à comunidade e ocorre no Seminário Nossa Senhora de Fátima.

Só nesta semana a programação – que é organizada pelos cursos de Arquitetura e Urbanismo, Ciências Sociais, História e mestrado interdisciplinar em Ciências Humanas – contou com pelo menos quatro aulas públicas, uma passeata com panfletagem e visita às escolas. As aulas em geral abordam temas como os impactos da proposta em áreas como saúde e educação e a reestruturação do ensino médio.

Paralelo a isso, outro grupo de estudantes ocupa os prédios da UFFS também com o objetivo de chamar a atenção contra a proposta de emenda à constituição. A ocupação motivou ainda uma mobilização de estudantes contrários à ocupação e ao trancamento da universidade. Na última terça-feira eles protestaram na Avenida Sete de Setembro reivindicando a desocupação da universidade para que possam voltar a estudar. Representantes desse grupo chegaram a procurar o Ministério Público Federal e atualmente há um procedimento extrajudicial em andamento. O MPF já recebeu um ofício da direção do câmpus que informou estar dialogando com os ocupantes e aguarda o posicionamento da reitoria da UFFS, já que há a ideia de reunir as partes para uma reunião.

Confira a matéria completa na edição impressa de amanhã do Jornal Bom Dia

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