21°C
Erechim,RS
Previsão completa
0°C
Erechim,RS
Previsão completa

Publicidade

Esportes

Atleta Tiago Perez realiza ascensão ao vulcão Villarrica, no Chile

Escalada ao vulcão chileno ocorreu após prova esportiva e envolveu caminhada de aproximadamente oito horas

teste
ATLETA TIAGO PEREZ NO TOPO DO VULCÃO VILLARICA.jpeg
Por Assessoria
Foto Arquivo pessoal / Divulgação

O atleta Tiago Perez realizou, no dia 13 de janeiro, a ascensão ao vulcão Villarrica, localizado no Chile, próximo à cidade de Pucón. Com 2.847 metros de altitude, o Villarrica é considerado um dos vulcões mais ativos da América do Sul e possui uma cratera aberta com lago de lava constante.

Conhecido originalmente como Rukapillan, termo da língua mapudungun (mapuche) que pode ser traduzido como “casa do grande espírito”, “morada dos espíritos” ou “casa do demônio”, o vulcão recebe esse nome em referência a crenças indígenas associadas à presença de espíritos poderosos em sua cratera.

Segundo Tiago Perez, a decisão de realizar a escalada ocorreu após sua participação no Ironman 70.3, realizado em Pucón. Ele relatou que se sentia em boas condições físicas para enfrentar a subida, caracterizada por trechos íngremes e cobertos por neve, sendo esta sua primeira experiência em um grande vulcão.

O vulcão Villarrica está situado a cerca de 25 quilômetros da cidade de Villarrica e a aproximadamente 800 quilômetros da capital chilena, Santiago. A última grande erupção foi registrada em 2015, ocasião em que mais de 3.900 moradores precisaram ser removidos da área. A cratera tem cerca de 200 metros de diâmetro e abriga um lago de lava com profundidade estimada entre 100 e 150 metros. Desde 1558, o Villarrica registrou aproximadamente 50 grandes erupções.

De acordo com dados geológicos, o Chile possui mais de dois mil vulcões, sendo 125 considerados geologicamente ativos. Desses, cerca de 60 apresentaram algum tipo de atividade eruptiva nos últimos 450 anos.

Tiago Perez informou que a caminhada teve duração aproximada de oito horas, com presença intensa de neve. A permanência no topo foi de cerca de dez minutos, em razão da liberação de gases tóxicos. O atleta destacou que a atividade integrou sua trajetória em esportes de aventura e permitiu contato direto com o ambiente natural da região.

 

Publicidade

Publicidade

Blog dos Colunistas

;