Entre as lembranças de infância que se mantêm vivas na memória, guardo a de ler o jornal junto com a minha avó. Foi ela, a dona Ângela, que me “ensinou” a ler jornal — porque, pra mim, o periódico é algo que se aprende a devorar e, depois que peguei gosto pela coisa, minha fome só aumentou.
Entre notícias, reportagens, crônicas e palavras cruzadas, descobri a possibilidade de viajar, ampliar horizontes, desenvolver pensamento crítico e, especialmente, a capacidade que a informação tem de mudar o mundo, efetivamente.
Com o tempo o impresso se tornou, além de hábito, uma paixão, e hoje não somente o leio, como também participo da construção de algo que acredito e confio. Fico muito feliz em poder contribuir para que essa história siga sendo escrita e espero que, cada vez mais, as pessoas busquem por informação, se aproximem da realidade e, assim, compreendam a capacidade que têm de fazer a diferença.
O jornalismo é agente de mudança e tem mudado a minha vida, mas sem o leitor nada disso vale a pena ou sequer é possível. Desejo que o Bom Dia siga sendo o nosso jornal, compartilhando as nossas histórias e experiências, juntos, porque a comunicação, para ser eficiente, acontece em comunidade.
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