Neste dia dedicado a estes profissionais o quanto já foi dito em frases bonitas, discursos, elogios, felicitações, cartões, abraços, beijos e até presentes. São os professores dos quais depende a educação e a instrução da infância e da juventude e por consequência, o futuro do País.
O mister de ensinar, de instruir, remonta há milênios nas diversas culturas do mundo. O mestre, como era chamado, foi a figura amada, respeitada e altamente considerada como sábio. Hoje, infelizmente o “trabalho” de ensinar crianças e adolescentes – na escola pública – vem perdendo o status de antigamente (por vários motivos). Até já foi tachado como “trabalhador da educação”. Assim como a remuneração se tornou vergonhosa, inaceitável, exploratória.
Se professores fossem tão respeitados como antigamente, bem que poderíamos compará-los com os escribas da Idade Média. Eram os intelectuais do antigo Egito, os únicos que conheciam os segredos dos hieróglifos. Por isso, tornaram-se privilegiados, não pagam impostos e exerciam autoridade comparável a dos ministros.
Hoje, minha homenagem aos que ainda lecionam e aos aposentados, é contar uma historinha para sair da formalidade e da seriedade. Eis a historinha que li em algum lugar:
Em uma escola a professora pergunta a um aluno:
- Wandercleison, diga aí um verbo.
- Bicicreta.
- Não é bicicreta... É bicicleta. E bicicleta não é verbo.
Depois pergunta ao segundo aluno:
- Helvispresli, diga aí um verbo.
- Prástico.
Não é prástico... É plástico. E plástico não é verbo.
A professora, desesperada, pergunta ao terceiro aluno:
- Janedílson, diga aí um verbo.
- Hospedar.
- Muito bem. Agora diga uma frase com o verbo que você escolheu.
- Hospedar da bicicreta são de prástico.
Feliz Dia do Professor e da Professora!