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Opinião

Dia do Professor

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Por Gaby Garbin Mársico - Membro da Acadêmica Erechinense de Letras

Neste dia dedicado a estes profissionais o quanto já foi dito em frases bonitas, discursos, elogios, felicitações, cartões, abraços, beijos e até presentes. São os professores dos quais depende a educação e a instrução da infância e da juventude e por consequência, o futuro do País.

O mister de ensinar, de instruir, remonta há milênios nas diversas culturas do mundo. O mestre, como era chamado, foi a figura amada, respeitada e altamente considerada como sábio. Hoje, infelizmente o “trabalho” de ensinar crianças e adolescentes – na escola pública – vem perdendo o status de antigamente (por vários motivos). Até já foi tachado como “trabalhador da educação”. Assim como a remuneração se tornou vergonhosa, inaceitável, exploratória.

Se professores fossem tão respeitados como antigamente, bem que poderíamos compará-los com os escribas da Idade Média. Eram os intelectuais do antigo Egito, os únicos que conheciam os segredos dos hieróglifos. Por isso, tornaram-se privilegiados, não pagam impostos e exerciam autoridade comparável a dos ministros.

Hoje, minha homenagem aos que ainda lecionam e aos aposentados, é contar uma historinha para sair da formalidade e da seriedade. Eis a historinha que li em algum lugar:

Em uma escola a professora pergunta a um aluno:

- Wandercleison, diga aí um verbo.

- Bicicreta.

- Não é bicicreta... É bicicleta. E bicicleta não é verbo.

Depois pergunta ao segundo aluno:

- Helvispresli, diga aí um verbo.

- Prástico.

Não é prástico... É plástico. E plástico não é verbo.

A professora, desesperada, pergunta ao terceiro aluno:

- Janedílson, diga aí um verbo.

- Hospedar.

- Muito bem. Agora diga uma frase com o verbo que você escolheu.

- Hospedar da bicicreta são de prástico.

 

Feliz Dia do Professor e da Professora!

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