Dando continuidade a demonstrar mais uma prática conservacionista, desta vez abordaremos a prática de plantio direto tração animal, em pequenas propriedades rurais. Esse modelo de plantio foi muito difundido em décadas passadas . Hoje a configuração das propriedades rurais consideradas minifúndios apresenta profundas alterações.
Senão vejamos: As famílias por ordem natural envelheceram e diminuiram. Portanto quase não há sucessão. Agricultores que se aposentam, vendem suas terras para vizinhos, estes aumentam suas áreas e passam a mecanizá-las. Estes agricultores migram para a cidade vivendo de suas aposentadorias e seus filhos passam a trabalhar em grandes empresas e/cooperativas. Alguns estudam outros não. Profissionai liberais, autônomos estão adquirindo pequenas propriedades rurais e as transformam em sítios de lazer par os fins de semana, objetivando fuzir da cidade com sua família em busca de um ambiente que lhe seja mais prezeiroso.
O que mais me entristece é o fato de que alguns médios e até grandes produtores rurais adquirem estes minifúndios. Com isso ampliam suas áreas e na ânsia de produzir a qualquer preço, assassinam o Meio Ambiente, destruindo matas, fontes de água, assorreando e desviando cursos de rios, retirando matas ciliares e áreas de preservação permanente, aplainando morros, aterrando banhados e por aí afora...Diante de uma legislação falha e penas brandas, o crime ambiental compensa e vamos pagar caro por isso logo aí na frente. Diga-se, já está debitado na conta de cada um de nós.
A propósito, “Somente quando for cortada a última árvore, pescado o último peixe, poluído o último rio, que as pessoas vão perceber que não podem comer dinheiro.” (Provérbio Indígena).