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Erechinense explora arte da Fotografia Metaverso na Europa

Gustavo Franco, compartilha sua experiência no mercado digital e as perspectivas de futuro na área

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Atualmente Gustavo Franco trabalha com Direção de Fotografia e Audiovisual, voltado para a área artí
Por Taiane do Carmo
Foto Divulgação

Você sabe o que é a Fotografia NFT? A sigla em português significa “Token Não Fungível”, ou seja, aquela que possui um certificado digital imutável. Que está registrada no mundo digital, WEB3 e Metaverso. Gustavo Franco, de Erechim, que trabalha nesse universo há algum tempo, compartilha conosco como é a experiência desta profissão e como funciona o mercado de trabalho digital na área.

Atualmente, ele trabalha com Direção de Fotografia e Audiovisual, voltado para a área artística (que causa sensações) e representa arte digital, projetos de WEB3 e Meta. “Às vezes pode ficar um pouco difícil entender todos esses termos, mas acredito que está tudo interligado e acontecendo nesse exato momento, não é só sobre o futuro”, explica.

Trabalho na Europa

O jovem que teve a oportunidade de trabalhar na Europa, afirma que sempre esteve aberto ao mercado digital. “No início preparei toda a ideia e joguei ela para o mundo digital. E aconteceu bem rápido na verdade. Acabei aproveitando bastante as primeiras viagens e fiz grandes amigos da qual geram conexões por toda a vida, como por exemplo o último trabalho que fizemos na Islândia”, conta.

Mercado NFT

O mercado NFT é diretamente ligado às criptomoedas, desta forma, tem apresentado um crescimento significativo no meio digital. Gustavo, que está inserido na área, explica: “É preciso entender que existem dois tipos de público para isso: o comprador de arte física que acaba fascinado pela compra (coleta) de arte digital e aquela pessoa que nunca comprou arte física mas acaba colecionando muitas artes digitais. Essas artes podem ser expostas em terrenos e casas virtuais dos colecionadores. Fora isso, existem as funcionalidades dentro desse mundo que podem ou não ser voltados para a arte como ingressos ou outras utilidades infinitas”, destaca.

Sobre Fotografia

Em relação ao mundo da fotografia, o jovem afirma que ‘tirar uma foto’, vai muito além de posar para um retrato, é deixar um legado em seu meio. Ele acredita que um dos principais segredos para o profissional, seja ter um trabalho único, com sua própria estética, e, é aí que surgem as grandes oportunidades na profissão.

“É necessário estudar muito para ter isso,  e costumo sempre falar que às vezes as pessoas associam a Fotografia ao ato de posar para uma Foto e esquecem totalmente que a Fotografia é muito mais um ato forte de um Legado, de libertar e de documentar a intensidade de conexões fortes. Ela pode partir de uma grande história coletiva ou de um sentimento específico de alguém. Seja qual for o motivo de uma Fotografia se isso for trabalhado no fotógrafo, é assim que surgem as oportunidades para o artista”, afirma.

Unir o físico e o digital

O que chama mais atenção em relação ao mundo da fotografia no metaverso para Gustavo, é a possibilidade de unir o mundo físico e o digital com ítens e artes únicas. Para as pessoas que ainda não conhecem esse universo, ele destaca, que é só uma questão de tempo, para que a maioria dos processos funcionem desta maneira.

“Nós já estamos há anos dentro de um mundo digital. A tecnologia deve ir para o lado digital imersivo cada vez mais. Tudo está sendo construído nesse momento e mesmo se não acontecer uma adoção em massa, isso deve no mínimo agilizar os processos físicos que hoje usamos, pois com essa tecnologia tudo pode ser realmente digital e tokenizado”, frisa.

Metaverso e futuro

O mundo metaverso dá a possibilidade de divulgar e monetizar o trabalho em diferentes mídias, cabe a cada profissional avaliar e experiênciar esse mercado. Gustavo destaca, que o  ser humano está consumindo imagens digitais, cada vez mais rápidas, e, é importante estar atento à isso.

“Normalmente isso torna tudo de má qualidade e precisa ser fácil, pois cada vez mais as pessoas não querem pensar demais. Isso afeta diretamente o mundo da imagem artística e também comercial. Um fato interessante sobre realidade virtual é que o conteúdo do futuro precisa ser em resoluções altas e muito bem feito. A inteligência artificial por exemplo traz possibilidades incríveis e mostra ainda mais para o artista que devemos usar cada vez mais o que a máquina não tem, que é essa coisa que sentimos e que às vezes até nos faz criar arte não pela razão mas sim pelo coração”, conclui.

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