Promotora Karina Albuquerque Denicol quer reverter decisão do juiz e suspender temporariamente atividades da entidade até que seja emitido um laudo técnico
A promotora ainda enfatiza: "Pedimos a suspensão das atividades do banco de sangue até que seja feita a devida averiguação e emitido laudo comprovando que a entidade tem condições de atender e não oferecer risco a população".
O administrador judicial provisório do Banco de Sangue, Jackson Luís Arpini, salienta "Temos o maior interesse nessa averiguação para que possamos prosseguir nossas atividades com amparo e mais tranquilidade".
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