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Esportes

Colorado segue na briga pelo G6

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Elenco realizou trabalho regenerativo em Fortaleza
Por Redação
Foto Ricardo Duarte/Inter

Após o empate sem gols com o Ceará, na noite de quarta-feira (6), o Internacional retornou aos treinamentos, ainda em Fortaleza, visando chegar à zona de classificação da Libertadores.

Diante do resultado, a equipe gaúcha foi a 33 pontos, mas acabou caindo para a oitava posição. O Athletico-PR venceu a partida contra o Atlético-GO, alcançou a mesma pontuação e ficou em sétimo, pelos critérios de desempate. O Bragantino, com 35 e Corinthians 37, neste momento, estão garantindo vaga na fase preliminar da competição continental.

No próximo domingo (10), às 11h, no Gigante da Beira-Rio, os comandados de Diego Aguirre entram em campo para enfrentar a Chapecoense, no duelo que marcará o reencontro do time, com seus torcedores.

 

Empate fora de casa

Depois da derrota para o Atlético-MG, em Belo Horizonte, Aguirre não lamentou o empate fora de casa com os cearenses, na Arena Castelão. “Era um jogo muito difícil. Sabíamos que atuar aqui apresentaria muitas dificuldades, são os primeiros como mandantes, ganharam de todos os grandes. Talvez esse seja um dos confrontos mais difíceis fora de casa. Estávamos com muitos problemas, sem muitos jogadores importantes. Óbvio que queria ganhar, mas se não pode ganhar, empatar fora casa não é ruim. Não comemoro empate, mas é melhor do que perder”, expressou o treinador, em entrevista coletiva.

 

Ausências importantes

Sem ter à disposição dois de seus principais jogadores, os meio-campistas Taison, que ficou em Porto Alegre com sintomas gripais, e Edenilson, que está junto com a Seleção Brasileira para disputar as Eliminatórias da Copa, o treinador teve que tirar coelhos da cartola para montar o time ofensivamente.

“Tem coisas que são difíceis de substituir. Nosso melhor jogador, que é o Edenilson, não estava. Taison, que tem muita qualidade para jogar, também não. Eles são os principais jogadores. Quando se perde esses jogadores, além de Palacios e Guerrero, fica difícil de acertar com tantas trocas”, destacou.

 

Trocas na equipe

Durante a partida, Aguirre operou algumas modificações para ir em busca dos três pontos, mas o placar não foi alterado. “Tirei Moisés que estava com cartão amarelo, senti que podia perdê-lo, porque o adversário tinha jogadores rápidos por fora. Eles estavam perigosos nas jogadas de escanteio, então coloquei o Johnny, que tem bom jogo aéreo. O Gustavo Maia entrou para tentar ter uma conexão com os volantes, controle de jogo, a ideia de jogo era clara”, explicou.

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