A decisão ainda precisa ser publicada no Diário Oficial (o que poderia ocorrer após o fechamento desta edição) e também não envolve jogos do Brasileirão, porque estes necessitam de aprovação da CBF – Confederação Brasileira de Futebol
Mesmo que a partida entre Ypiranga e Oeste, no próximo domingo (5), ainda aconteça sem público no Colosso da Lagoa, o presidente do clube de Erechim, Adilson Stankiewicz, comemorou a decisão e falou sobre a expectativa de voltar a receber os torcedores em breve.
Conexão com torcedores e sócios
O Canarinho está próximo de garantir passagem para a fase eliminatória do Campeonato Brasileiro Série C e Adilson celebrou o fato de poder contar com o apoio dos torcedores, caso a classificação se confirme. “É uma boa notícia, esperávamos há bastante tempo. Estamos saudosos dos nossos torcedores e associados no estádio. É preciso também a liberação da CBF, que ainda não foi concedida. No entanto, já começa a vigorar na divisão de acesso. Nós acreditamos que na fase final da Série C, pela qual lutamos e esperamos estar disputando, poderemos ter presente nosso torcedor, neste modelo de retorno gradual”, pontuou Adilson.
Venda de ingressos
Após um período de paralisação em competições esportivas, dificuldades para conciliar o calendário dos clubes e a ausência total dos torcedores, por conta da pandemia, esta é a primeira vez que a condição de o espectador estar no local das partidas pode passar a ser efetivamente uma realidade. Para Adilson, é de grande valia para o clube, inclusive, em aspectos financeiros. “Representa muito. Primeiro a possibilidade de o torcedor estar junto. O Carinho é inigualável. O jogador e o clube precisam disso. Temos associados que estiveram pagando em dia durante dois anos e precisam estar presentes no estádio. Teremos também a oportunidade de vender ingressos, que podem proporcionar receitas adicionais que nos ajudarão nesta fase decisiva”, disse o presidente.
Adaptação em campo
O presidente destacou a mudança de estima dos atletas com apoio durante os confrontos, tanto no aspecto positivo, como negativo. Para Adilson, será preciso se adaptar ao jogar fora de casa, com a pressão adversária. “Precisamos evoluir neste sentido porque os jogos ficarão muito mais difíceis. Em outros lugares há permissão de grande quantidade de pessoas, o que pode desfavorecer tecnicamente em campo”, exprimiu.