O Dia Mundial do Rock é comemorado em 13 de julho. Fãs e adeptos do gênero, em épocas anteriores da pandemia da covid-19, celebravam a data em shows e eventos, para evidenciar o amor pelo estilo musical.
O rock se desenvolveu, segundo pesquisas, na década de 50, emergindo-se e recebendo forte identidade nos Estados Unidos, evoluindo do blues, country, folk, jazz e música clássica. O gênero tem por característica a predominância de instrumentos de amplificação eletrônica.
Normalmente, os estilos musicais preferidos de cada indivíduo, se caracterizam por influência ou convivência com familiares, como no caso dos Wilk. Carol e Jaen são casados há 17 anos. Desde antes de se conhecerem, já gostavam do gênero musical. “Está presente em nossa família desde sempre. Quando eu e meu esposo nos conhecemos, o rock já fazia parte da nossa vida. Nos casamos, tivemos filhos e ele sempre esteve presente em nossa casa”, conta Carol Wilk.
Além de amantes do rock, a família é composta por músicos. Todos os integrantes tocam algum instrumento. “O Jaen é guitarrista e baixista. Eu toco teclado, a Helena de seis anos, toca bateria e o Jonatas de doze anos, bateria e violão”, expõem Carol.
No fim da década de 60, o rock desenvolveu subgêneros. A família Wilk, como fãs de carteirinha, possuem um estilo preferido. “É unânime. Todos lá em casa gostam do punk rock e clássicos dos anos 60 e 70”, revela Jaen. Eles ainda ressaltam que os filhos curtem estilos mais pesados, como heavy metal.
E como todo roqueiro de verdade tem seus artistas favoritos, os Wilk apreciam bandas como Beatles, Rolling Stones, Cre-Dance, The Beach Boys, Ramones, Led Zeppelin, Deep Purple e The Doors. Sobre influenciar ou não os filhos a gostarem do gênero, Jaen frisa que foi algo totalmente automático. “Praticamente só ouvimos rock dentro de casa. Para eles música é isso, é o que eles gostam. O Jonatas escolhe as bandas que ele aprecia mais e a Helena também já tem a playlist dela”, pontua Jaen.