Cada vez que é publicada uma matéria sobre o Castelinho, os comentários são intermináveis. E me dá pena daqueles que pregam pela sua demolição, que torcem para que ele caia e que se construa um prédio no local.
É inadmissível que as pessoas sucumbam a pensamentos tão medíocres em pleno Estado Democrático de Direito e se locomovam com tanta ausência de lucidez e profunda desesperança. Além da pobreza econômica que desafia a todos, estamos fadados a pior das pobrezas, a cultural e humana.