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Esportes

“Será brasileiro”, diz Romildo Bolzan sobre futuro técnico

Presidente do Grêmio definiu o perfil do novo comandante

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Presidente Romildo Bolzan Jr.
Por Redação
Foto Lucas Uebel/Grêmio

Na noite de domingo (19), após a vitória sobre o Novo Hamburgo na Arena, o presidente do Grêmio, Romildo Bolzan, participou de coletiva de imprensa para esclarecer os novos rumos do clube com a saída de Renato Portaluppi. Segundo Romildo, antes da confirmação do novo treinador, o Tricolor deve se organizar politicamente. No entanto, garantiu que o substituto deverá ser brasileiro.

 

Reestruturação

Romildo foi rigoroso em dizer que a eliminação na Libertadores provocou a necessidade de mudança na comissão técnica e uma reestruturação para o decorrer da temporada. “Está nítido. O que acontece daqui para frente é que o Grêmio passa a ter uma opção diferente no ano, que é a questão de não disputar a Libertadores. Isso altera completamente o projeto do ponto de vista dos investimentos e calendário. Agora, teremos mais tempo para organizar esta situação, no que diz respeito à preparação para o Campeonato Brasileiro e a Copa do Brasil. Só não vê quem não quer, que estamos montando um novo elenco, produzindo jogadores, fazendo uma renovação. Isso não acontece rapidamente. Sabemos que neste momento, organizaremos uma base muito sólida a partir da transição, daquilo que temos no clube”, informou.

 

Departamento de futebol

Segundo o presidente, o clube deve determinar o novo vice-presidente de futebol, para depois confirmar a nova comissão técnica, com o departamento consolidado. “O roteiro do Grêmio, em primeiro lugar é a questão política. Depois com o vice-presidente de futebol escolhido e aceito, uma forma de trabalhar definida, será a vez do novo treinador. Então, a primeira premissa, é o aspecto político, na sequência vem a discussão do novo comandante. Isto que já está definido e será deste modo. Não serei eu quem irá anunciar, será o novo vice-presidente de futebol, num momento oportuno, quando as coisas estiverem mais claras para todo mundo, ele tomará essas providências”, esclareceu.

 

“Será brasileiro”

“O treinador será brasileiro. Entendemos na discussão feita, que os grandes objetivos passam pelas conquistas do futebol nacional. Requer que tenha conhecimento profundo do que está acontecendo por aqui. Assim sabe o que fazemos, conhece o elenco, sabe como jogamos e aquilo que precisará acontecer. Será um treinador que saiba trabalhar dentro do aspecto tático, técnico, de preparação física e da questão emocional do grupo. Precisa, essencialmente, ter predileções para trabalhar com os jovens, porque nós passamos por esta fase de transição”, manifestou. 

 

Trabalhar com a base

O presidente confirmou o que disse o diretor executivo e CEO, Carlos Amodeo, à Bandeirantes, na sexta-feira (16) da semana passada, de que uma das principais características deste novo nome, deveria ser o trabalho de adaptação dos jovens oriundos das categorias de base. “Nós idealizamos, enquanto administração do clube, que este ano, precisamos aprimorar ou continuar no contexto de lançamento de jovens e cada vez mais cedo. Precisará ser uma das características deste perfil, um treinador que esteja habituado e que goste de trabalhar com os jovens, porque isso faz parte da nossa política de futebol”, declarou.

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