A Suinocultura representa importante fonte de renda para cerca de mil famílias ligadas à atividade no Alto Uruguai, gerando emprego no campo e na cidade.
Contudo, ela também é determinante para o caixa de algumas prefeituras da região, especialmente, àquelas que, atentas às possibilidades, já desenvolvem políticas publicas de incentivo aos produtores.
Para se ter uma ideia, conforme o presidente da Associação de criadores de suínos do RS (Acsurs), Valdecir Folador, a cada animal abatido o município de origem recebe entre R$ 10,00 e R$ 12,00 reais de retorno de ICMS.
Levantamento preliminar da Acsurs revela o ranking dos munícios da AMAU, conforme o número de abates de suínos em 2020. Numa conta rápida, é possível perceber que a líder, Aratiba, engorda seu orçamento em cerca de R$ 2 milhões/ano com a atividade.
Com 940.159 animais abatidos (algo em torno de R$ 10 a 11 milhões em retorno de ICMS), região representa 9.45% da produção no Rio Grande do Sul:
1 – Aratiba – 180.092
2 – Severiano de Almeida – 103.333;
3 – Barra do Rio Azul – 77.740;
4 – Três Arroios – 76.105;
5 – Barão de Cotegipe – 49.275.
Erechim ocupa uma modesta 12ª posição, com 32.774 abates.