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Saúde

Comitê adota cogestão e a R16 está na bandeira laranja

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Por Assessoria de imprensa

O Comitê Regional de Atenção ao Coronavírus da Associação de Municípios do Alto Uruguai (Amau) realizou uma reunião extraordinária, na manhã de hoje (18). O objetivo foi avaliar os indicadores regionais para verificar a possibilidade ou não de adotar a cogestão, considerando a indicação de bandeira vermelha para a R16, por parte do Sistema de Distanciamento Controlado do RS.

Após avaliação criteriosa de vários indicadores da Plataforma Regional de Monitoramento (PRM) e do próprio Sistema do governo estadual, os membros do colegiado entenderam que a região pode fazer uso da ferramenta legal, adotando uma bandeira menos restritiva, para a semana de 19 a 25 de janeiro.

Três indicadores foram fundamentais nessa avaliação. “No momento em que aprovamos o Plano Estruturado Regional de Prevenção e Enfrentamento da Epidemia do novo Coronavírus, condicionamos a adoção da gestão compartilhada mediante avaliação de válvulas e gatilhos de segurança como número de casos ativos, taxas de ocupação dos leitos hospitalares e número de óbitos, entre outros”, pontua Jackson Arpini, membro do comitê regional.

Segundo os últimos boletins regionais, a R16, que engloba 34 municípios, aproximadamente 240 mil habitantes, apresenta 271 casos ativos e as taxas de ocupação de leitos hospitalares estão em patamares aceitáveis para um período pandêmico, sendo de 43,47% para leitos de UTI e 8,51% para leitos clínicos. “Na oportunidade também foram realizados paralelos com o Estado e a macrorregião, sendo que nossos indicadores se apresentaram melhores, tanto para a ocupação de leitos gerais de UTI e leitos clínicos”, acrescenta.

Após debate, houve o entendimento que nessa semana, pelos dados sistematizados e pela situação em âmbito regional, a R16 pode adotar a cogestão, mediante publicação dos decretos municipais. “Prosseguimos com a avaliação dos indicadores regionais, para manter a pandemia monitorada, visando possíveis ações de prevenção e enfrentamento que, por ventura, sejam necessárias para o momento. Só podemos orientar a cogestão a partir de indicadores favoráveis, com margem de segurança”, afirma Arpini. 

 

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