Em áudio postado nas redes sociais no início da noite de domingo, Jackson Arpini, do Comitê Regional de Atenção ao Coronavírus, falou sobre os 100 óbitos registrados desde o início da pandemia, com os números até a última sexta-feira: “o que parecia impossível, agora se mostra de forma impressionante e assustadora”.
De 61 para 107 óbitos em poucos dias
Relembra que em meados de outubro a região contabiliza 48 casos, e em pouco tempo ultrapassou mil casos: “e outubro a região contabilizava 61 óbitos. Em 54 dias (já contabilizando as sete mortes de sábado e domingo), saltou para 107 óbitos
Sobrecarga à vista pelos casos existentes
Se mostra preocupado com as festividades de Natal e fim de ano, quando aumenta os encontros, o que pode aumentar ainda mais a taxa de letalidade. Para Jackson, se não forem tomados os cuidados devidos, poderemos no primeiro mês de 2021, ter uma sobrecarga ainda maior no sistema de saúde público e privado, podendo ocorrer até um colapso, sem vagas de hospital, independentemente da condição financeira do paciente.
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Ponte do Guaíba: um projeto de governo e não de partidos
Na última semana, quando da vinda do presidente da República, Jair Bolsonaro, a Porto Alegre, foi acompanhado pelo deputado federal, Ubiratan Sanderson (PSL), natural de Erechim e também outro gaúcho, o ministro Onyx Lorenzoni.
Anterior e posterior à inauguração, o que se viu nas redes sociais foi mais uma enxurrada de posts, uns dizendo que a ponte saiu graças a ex-presidente Dilma, outros defendendo Bolsonaro.
Na verdade, o projeto da nova ponte do Guaíba deve ser considerado um projeto de governo, e não de A, B ou C. Obra dessa estrutura passou pelos ex-governos Dilma e Temer e foi inaugurada agora por Bolsonaro. O crédito é de todos, na minha análise, e quem ganha é a população. Isso política, o resto uma politização que divide o país