Na manhã de ontem (26), conversava com Jackson Arpini, no momento que ele recebeu a notícia que uma amiga, de 53 anos, acabara de falecer, em função das complicações da Covid-19. Ele que acompanha os números da pandemia na região desde o início, em março, não hesita em afirmar que estamos vivendo o pior momento: “Estamos nos aproximando de mil casos ativos e precisamos urgentemente reagir, insurgir e agir. A situação está partindo de um cenário preocupante para crítico”, relata.
“Não existe segundo tempo e nem prorrogação”
Jackson, em tom de desabafo, fala dos números expressivos de novos casos: “Hospitais com taxas de ocupação elevadas, entrando em saturação e começa nesse cenário, a surgir óbitos. Não existe segundo tempo nem prorrogação quando falamos do traiçoeiro e temido coronavírus. Urge ações da sociedade sob pena da Covid bater na nossa porta - e em breve”, finaliza.