Grêmio e São Paulo se enfrentaram na noite de ontem (17), no Morumbi, na capital paulista, em partida válida pela 17ª rodada do Campeonato Brasileiro. O Tricolor fez um jogo equilibrado, pressionando mais na etapa complementar, mas mesmo assim ficou no empate sem gols com o time da casa.
Com o resultado, os gremistas, que ocupavam a 11ª posição, conquistaram um ponto, chegando a 21 na competição.
Para enfrentar o São Paulo, o técnico Renato Portaluppi teve mudanças na equipe. Kannemann voltou às partidas após se recuperar da Covid-19 e foi a novidade na escalação. Junto a ele, Vanderlei, Orejuela, Geromel, Cortez, Matheus Henrique, Maicon, Alisson, Isaque, Luiz Fernando e Pepê.
Arbitragem
O Grêmio deixou a partida reclamando de dois pênaltis não marcados, sobre Pepê e Geromel, um em cada tempo. O técnico Renato Portaluppi questionou a não utilização do Árbitro de Vídeo. “Se tem o VAR, o VAR tem que ser usado”, disse.
Ele ainda propôs uma espécie de desafio ao chefe de arbitragem da CBF, Leonardo Gaciba. “Eu gostaria de ter uns 10 treinadores e, num programa ao vivo, que todo mundo pudesse ver, junto com o Gaciba. O Gaciba iria explicar alguns lances e a gente perguntar”, disse. “Vem ao vivo, onde não pode ser cortado nada, e vamos conversar”.
Já o vice-presidente de futebol foi mais incisivo. “O que houve aqui foi uma arbitargem tendenciosa, calamitosa, vergonhosa e acabou por tirar dois pontos do Grêmio”, afirmou.
O presidente
O presidente do Grêmio, Romildo Bolzan Júnior, que não estava no Morumbi, enfatizou as críticas no Twitter do clube. “O resultado do jogo não refletiu a partida. A troca do quadro de arbitragem comprometeu o crédito da arbitragem brasileira de seus comandantes. O Grêmio foi flagrantemente prejudicado, embora os critérios: pênaltis, cartões e critérios de avaliações, sem falar no VAR, novamente omisso. Deslegitimou, desacreditou a arbitragem e o crédito do futebol brasileiro pelo antecedente da influência do São Paulo na troca do quadro arbitral. Chega. Sem mais espaços para imoralidades”.