Para auxiliar nas ações de prevenção contra a Covid-19, o Presídio Estadual de Erechim adquiriu um Eletrocardiógrafo 2000 Bionet, que já está em uso na Unidade Básica de Saúde (UBS) da penitenciária.
O aparelho, no valor de R$ 5.705,00, foi comprado com verba disponibilizada pelo Judiciário e Ministério Público, a partir de solicitação feita via Consepro (Conselho Comunitário Pró-Segurança Pública).
O equipamento, que irá trazer celeridade no atendimento e auxiliar no acompanhamento e diagnóstico do quadro de saúde dos detentos, foi uma solicitação da administradora da casa prisional, Angélica Milkiewicz da Silva Bartmer, com o aval do médico Leandro de Andrade, que atende no local.
Após serem orientados pelo Consepro sobre os procedimentos para que o pedido fosse realizado, um projeto foi elaborado pela assistente social, Fabíola Maria de Oliveira, em parceria com o Conselho, e entregue, no dia 24 de março, para a juíza, Lilian Paula Franzmann, e para o Ministério Público, através do promotor Gustavo Burgos de Oliveira.
Seis dias
De acordo com o presidente do Consepro, Miguel Gotler, em seis dias a verba foi liberada e a entidade realizou a compra em uma empresa de Ribeirão Preto/SP. O equipamento, com todos os acessórios necessários, registro na Anvisa e garantia de um ano, chegou na segunda-feira (13) a Erechim e já foi disponibilizado para uso na UBS, montada em uma sala no interior do presídio.
Eletrocardiógrafo
O equipamento de ECG (eletrocardiograma) serve para evidenciar o funcionamento do coração, sinalizando anormalidades na frequência e no trajeto dos impulsos elétricos responsáveis pelos movimentos do órgão.
Quando o impulso elétrico não segue o trajeto e a ordem normal de condução, pode causar problemas, impedindo que o sangue circule pelo organismo e nutra as células.
Muitas dessas alterações podem ser observadas avaliando o traçado produzido pelo Eletrocardiógrafo, que servirá de base para um laudo completo e diagnósticos assertivos.