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Esportes

Das quadras à casamata e uma carreira vitoriosa

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Com o Galo, Giba conquistou o bicampeonato na Taça Brasil e o tetra no estadual
Por Kaliandra Alves Dias
Foto Edson Castro/Atlântico/Divulgação

As chuteiras que foram aposentadas, deram lugar a uma prancheta. Mas a competitividade e a busca por títulos continuaram a beira da quadra. Em 2020, o treinador Giba irá disputar a sua quarta temporada no Atlântico. Nesta temporada, o Galo terá a Supercopa como o seu primeiro desafio – o campeão da competição será o representante brasileiro na Libertadores da América, que neste ano contará com dois times do país, já que a ACBF conquistou o título no ano passado.

A trajetória como jogador

Giba conciliava o futsal com o futebol. Mas a vida impôs que ele optasse por uma das modalidades, e a paixão pelo futsal falou mais alto. Jogando como pivô, passou a atuar como beck no primeiro ano de profissional.

Iniciou sua carreira como técnico na ADS em Sananduva, mas foi na Alaf de Lajeado, que o ex-jogador conquistou os títulos mais importantes da história do clube. A saída de Giba no comando técnico da equipe aconteceu em 2017, quando assumiu o América de Tapera. “A passagem pelo América marcou a minha trajetória. Levei a equipe a uma semifinal, onde o time nunca havia chegado. Na Liga Gaúcha conseguimos liderar. Pelo trabalho realizado, recebi o troféu de melhor técnico da temporada”.

O convite para comandar o Atlântico

A história com o Galo de Erechim começou ainda quando Giba era jogador. Em 2017, ele foi anunciado como técnico do time. “Tenho a competitividade aflorada e aceitei o desafio. Aqui, tenho identificação com o clube, os torcedores e com a cidade. Tem sido positivo o trabalho que vem sendo realizado. Nenhum time chegou a tantas finais como o Atlântico nos últimos anos. O clube entrou em evidência, apesar de ser mundialmente conhecido, mas voltar ao cenário nacional é motivo de orgulho”.

Dos ensinamentos de ex-técnicos, Giba leva as lições que aprendeu sobre a forma de lidar com o grupo. “Muitas vezes tu tens que ser amigo e passar a mão, e em outras é preciso cobrar mais. O tempo como técnico te mostra essa maneira de como lidar com o grupo, porém, o principal é o amadurecimento e as experiências que vivemos como atleta e o que fazemos de certo e errado”.

O histórico

Giba comandou a equipe em 141 jogos (incluindo amistosos). São 87 vitórias, 24 empates e 30 derrotas.

Em seu currículo, conquistou o bicampeonato na Taça Brasil e o tetracampeonato no estadual. Foram nove competições oficiais disputadas e chegando em sete finais.

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