Na sexta-feira passada (27 de dezembro), a Comissão Permanente de Licitação da Fundação Hospitalar Santa Terezinha emitiu ata de desclassificação da empresa Atual Médica Gestão em Saúde, de Curitiba, pois ela não apresentou todos os documentos que solicitava o edital para prestação de serviços médicos no Pronto Socorro do hospital, após emitida a ordem de serviço. Principalmente, o que faltou, foi a relação dos médicos que trabalhariam no Pronto Socorro.
Cinco dias para apresentar recurso
Após a publicação desta ata, a empresa tem cinco dias úteis (termina na próxima segunda-feira, 6), para entrar com recurso da decisão. Caso não o faça, a segunda colocada no certame (que é do atual grupo que presta serviços), será chamada para assumir o novo contrato, porém tem que ser no valor dado pela empresa de Curitiba, o que é um grande empecilho, pois a própria Atual Médica, procurou alguns deles, para executarem o serviço, mas não aceitaram.
Ou a segunda colocada assume ou nova licitação
E para não descontinuar o serviço, que seria uma lástima, a direção do Santa, fará um contrato emergencial, com os médicos que já prestam o serviço, até que seja resolvido esse imbróglio. Caso a segunda colocada não aceite o contrato, será aberto novo edital para buscar uma nova equipe médica para Pronto Socorro do Santa.
Os plantões e a experiência
O ponto de estrangulamento do Santa Terezinha são os plantões, onde existe apenas um médico que atende, tendo uma grande sobrecarga. É necessário experiência para ‘tocar’ o serviço.