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Esportes

Da experiência a expectativa ao Gauchão

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Saimon
Treino Ypiranga (69).JPG
Por Kaliandra Alves Dias
Foto Kaliandra Alves Dias

O Campeonato Gaúcho, ou simplesmente o nosso Gauchão, é um dos estaduais mais competitivos do Brasil. Mas últimas edições, o destaque vai às equipes do interior. E na próxima temporada, o zagueiro Saimon vai disputar mais uma competição e ao seu lado estará Pedro, o meio-campista que vai participar do estadual pela primeira vez. “Foi muito boa (a chegada ao Canarinho). Estou me adaptando a cidade e ao grupo. É um grupo acolhedor e que trabalha forte. Joguei ano passado contra o Ypiranga enquanto vestia a camisa do Boa, e aí um diretor teve o interesse em me trazer”, revela Pedro. 

 

O início da carreira

Aos cinco anos, Pedro dava os primeiros chutes no futsal. Atuando como ala e pivô, o jogador teve a primeira experiência nos gramados aos 17 anos, quando fez a sua base no Athletico Paranaense. “Minha adaptação foi demorada, fiquei muitos anos. Tu tens que perder alguns vícios, mas isso me ajudou, o futsal dá uma base ao atleta, como o domínio e o toque rápido. Os vícios fui perdendo no decorrer da carreira”, salienta o meio-campista. A estreia no profissional aconteceu no Operário, onde conquistou o título estadual. O talento em campo chamou a atenção do Santa Cruz, onde defendeu a equipe que havia conquistado o regresso à elite do futebol nacional. O meio-campista também defendeu o Tupi, Brusque e outras equipes, até que em 2018 retornou ao time de Ponta Grossa.

Já Saimon recebia a oportunidade de estrear no profissional no Grêmio aos 17 anos. Apesar da rápida transição, o zagueiro recebeu poucas oportunidades. “Hoje me vejo mais experiente e motivado pelo tempo de carreira. Ainda busco nesses últimos anos que me restam, a continuar desempenhando um bom futebol, buscando ajudar meus companheiros e sendo referência dentro e fora de campo. Continuar sendo referência e buscando ajudar da melhor maneira possível”, salienta o zagueiro.

Inspirações no esporte

 “Tenho admiração por alguns jogadores. Gosto muito de zagueiros que jogam em alto nível pelo mundo. Mas no meu esporte, posso dizer que sou um admirador do Cristiano Ronaldo. Estava comentando com os guris nos últimos dias a respeito da Bola de Outro que não conseguiu vencer. O admiro pela capacidade de se igualar a um gênio como o Messi”, destaca Saimon.

Já Pedro cresceu assistindo a Kaká, Ronaldo Fenômeno e companhia. “Temos excelentes jogadores, mas acho que nenhum atualmente pode ser rotulado como ídolo a mim”.

A chegada da nova comissão técnica

Saimon vê com bons olhos a chegada do técnico Paulo Henrique Marques e o auxiliar técnico, Marcello Cupini ao time erechinense. “Eles visam bastante a posse de bola e a intensidade. A maioria das equipes bem-sucedidas jogam dessa maneira. A gente espera estar adaptado o quanto antes. Para que as correções que o professor tenha que fazer sejam as mínimas possíveis”.

 

E se...

E se Saimon e Pedro pudessem dar um conselho a si, qual seria?

“Continuar e seguir em frente trabalhando mais forte e focado” - Pedro.

“Para aproveitar bastante a carreira e os momentos. Aproveitar também a convivência com jogadores mais experientes. Tive o privilégio de dividir vestiário com jogadores de Seleção Brasileira e que jogaram Copa do Mundo. A cada passagem de clube ou a cada grupo que integramos e que somos novos, temos que nos espelhar nas referências positivas” – Saimon.

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