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Região

Aratiba ERS 420: asfaltamento começa sair do papel

No próximo dia 12 será aberto o edital para obra de 17 quilômetros que liga o município a Santa Catarina

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A obra de 17 quilômetros de pavimentação está tem um custo estimado pelo Daer de R$ 13,5 milhões
“O município não pode só pensar em diminuir despesas, se deixar de investir não vai conseguir avanç
Por Ígor Dalla Rosa Müller
Foto Arquivo BD

O projeto de pavimentação da ERS 420, que liga Aratiba (RS) a Itá (SC), está em andamento e começa a sair do papel. A obra será mais uma ligação interestadual do Alto Uruguai com o estado vizinho, com reflexos em diferentes setores da economia. Essa é a informação do prefeito de Aratiba, Guilherme Granzotto, ele afirma que no próximo dia 12, o município vai abrir o edital das propostas para as empresas interessadas em executar a obra, que tem um custo estimado pelo Daer de R$ 13,5 milhões para fazer os 17 quilômetros de pavimentação. 

O prefeito garante que a obra vai sair e já tem R$ 10 milhões do financiamento em caixa, tem para receber em torno de R$ 2 milhões de emenda parlamentar, e se precisar o município tem até R$ 4 milhões de recursos para investir na obra.

Os efeitos do projeto de asfaltamento da ERS 420 já aparecem em outros setores do município, explica Granzotto, já que investidores garantiram o início da construção de um condômino as margens do lago da barragem assim que começarem as obras de asfaltamento.

Além disso, Granzotto afirma que o município vai alavancar o turismo com a pavimentação da rodovia tendo reflexos também no turismo de Erechim e região. “Porque o turista gosta de se deslocar e conhecer novos lugares”, diz.

Segundo o prefeito, a obra não vai gerar um estresse nas contas do município, ele comenta que nos últimos 10 anos Aratiba perdeu em torno de R$ 70 milhões do seu orçamento, contudo, a administração detectou o que estava gerando a diminuição das receitas. Em função disso, o orçamento do ano que vem já deve sofrer um aumento. “Estamos recuperando num primeiro momento em torno de R$ 3 milhões”, diz.

Granzotto afirma que com esses recursos o município tem que buscar alternativas e fomentar outros setores da economia como agricultura, a produção orgânica, turismo, indústria e comércio. “O município não pode só pensar em diminuir despesas, se deixar de investir não vai conseguir avançar”, observa.  

Ele afirma que é preciso fazer investimentos em infraestrutura e é necessário projetar o futuro, mas também não esquecer o presente. “A região tem que se unir, pensar regionalmente, produção, achar nichos de mercado, ver as nossas potencialidades e vocação, em conjunto”, afirma. E, acrescenta, “em época de crise tem que se desafiar, a região tem que se enxergar como um todo e criar uma identidade”.

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