Sei que existe todo um movimento para recuperar o Castelinho, símbolo máximo de Erechim. Já escrevi dezenas de vezes sobre o estado precário da construção mais que secular.
Acontece que cada vez que passo em frente, não tem como não desanimar e ficar preocupado com o futuro dele. Está esfarelando, caindo pedaços, descolorindo.
Já presenciei uma vez que uma mulher tentou atear fogo no prédio da madeira. Outra vez, num temporal um pinheiro arrancado pela raiz, quase caiu em cima do telhado.
Será que estamos brincando com a sorte? Espero que não...