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Erechim

A Independência do Brasil comemorada na avenida

Desfile cívico em Erechim durou quase três horas com 66 instituições e entidades mostrado o seu trabalho em prol do desenvolvimento do município

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Batalhão de Engenharia de Combate Blindado do Exército
A bandeira do Brasil esteve presente em várias entidades
Banda Marcial Mantovani
Homenagem à Erechim .JPG
Lindos momentos foram registrados
Milhares de pessoas foram para a avenida
Muitos pais acompanharam seus filhos na avenida
Muitos pais acompanharam seus filhos
Os escoteiros também desfilaram
Várias bandas passaram pela avenida
Por Rodrigo Finardi
Foto Rodrigo Finardi

Sol de brigadeiro. Temperatura amena. Milhares de pessoas na avenida. E 66 entidades e instituições mostrando sua história num desfile que durou quase 3 horas, encerrando a Semana da Pátria em Erechim. E os 100 anos de emancipação política administrativa de Erechim comemorado em 30 de abril desse ano foi lembrado em diversos momentos, com réplicas de prédios históricos, maquetes, entre outros.

Organizado pela Liga de Defesa Nacional, o desfile cívico comemorou os 196 anos da Independência do Brasil, decretada às margens do riacho do Ipiranga por Dom Pedro I em São Paulo no ano de 1822.

O homenageado esse ano foi o professor Adelino de Almeida Lara, pelo seu trabalho e atuação na Educação. Conhecido como “Professor Tito”, o homenageado estava presente no palanque das autoridades. E antes no hasteamento das bandeiras foi o responsável pelo pavilhão municipal, o prefeito Luiz Francisco Schmidt no pavilhão nacional e o Juiz de Direito, Juliano Rossi, no pavilhão estadual.    

O presidente da Liga de Defesa Nacional, Cláudio Madalozzo, na abertura do desfile frisou que “A Independência do Brasil é o marco maior da história do país. Ela foi o sonho dos inconfidentes, foi o desafio pátrio de Dom Pedro, que, mesmo sendo português, houve por bem tirar o Brasil do domínio de Portugal”.

E fez questão de ressaltar que “um país que quer ser grande tem que comemorar suas datas cívicas, caso contrário é uma país sem sentido. Vivamos toda a brasilidade possível, pois só assim seremos um país forte, só assim poderemos abrasileirar o Brasil e atingir finalmente a nossa Independência. A alma de uma Nação é o espírito patriótico de seu povo”.

O desfile iniciou com o bloco de segurança através do 13º Batalhão da PM, Pelotão Rodoviário, 2º Pelotão Ambiental, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Civil, Susepe, Corpo de Bombeiros, Defesa Civil Municipal Diretoria de Trânsito e Força Voluntária Alto Uruguai.

O segundo bloco foi dedicado à educação com escolas municipais, estaduais e particulares e chamou a atenção de quem foi assistir ao desfile a quantidade de pais que acompanharam seus filhos. O último bloco a desfilar foi da sociedade civil organizada.  

Um dos destaques do desfile foi o Grupamento do 12º Batalhão de Engenharia de Combate Blindado (Batalhão Marechal Enéas Galvão) de Alegrete (RS) comandado pelo 1º Tenente de Engenharia Rafael Pedroso, sendo composto por uma representação de boinas azuis, que são militares que participaram de várias missões de paz da ONU (Organizações das Nações Unidas) entre ela Angola e Haiti. Muitos dos militares que desfilaram na Avenida são da região de Erechim, Barão de Cotegipe, Estação e Sertão, que prestam serviço militar em Alegrete.

No encerramento do desfile o presidente da Liga da Defesa Nacional. Cláudio Madalozzo agradeceu a cada integrante que esteve participando desse momento cívico.

 

 

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