Na tarde da segunda-feira (30), foram abertos os envelopes com as propostas das empresas para explorarem o Estacionamento Rotativo Regulamentado em Erechim, para os próximos dez anos e renováveis por mais dez.
A licitação iniciou no dia 29 de setembro, quando foram analisadas as documentações, de três empresas (duas sendo consórcio, já que o edital permitia): Consórcio Erechim Azul formada pelas empresas Hydra Engenharia e Saneamento Ltda do Rio de Janeiro e M2AD Serviços e Soluções Tecnológicas Ltda ME de Leopoldina em Minas Gerais; Consórcio Stacione e Rotativo Ltda EPP/Versul Tecnologia de Acesso Inteligente Ltda. A Stacione é de Lajeado e a Versul de Novo Hamburgo. E a terceira proposta foi da Tecnopark Soluções Ltda de Curitiba.
Uma delas ficou pelo caminho, o Consórcio Erechim Azul, por não apresentar atestado técnico de serviço público prestado. Tinha apenas um atestado de estacionamento privado, além de outras problemas e foi inabilitada a continuar no certame.
Após a rubrica em todas as páginas, o processo foi suspenso para análise das propostas e se elas estão dentro dos requisitos do edital e também do termo de referência.
Na tarde de ontem (1º), não havia terminado ainda a análise da proposta de uma das empresas, e desta forma até ser declarada vencedora uma das empresas, demorará alguns dias
O secretário da Administração, Valdir Farina, procurado na tarde de ontem (1º) pela reportagem do Jornal Bom Dia salientou que já foram encontradas muitas inconsistências nas proposta das empresas o que deixa a licitação um pouco mais demorada e sem prazo definido para o término e nem se terá um vencedor.
Após a análise de toda a documentação, e homologado o vencedor se abre prazo para recursos e contra recursos. Só neste período são 10 dias, isso se ter um vencedor.
Em função da demora na definição do vencedor, o projeto de instalação do Estacionamento Rotativo Regulamentado só terá sua finalização em 2018, após as festas de fim de ano. Porém a prefeitura trabalha com a possibilidade, de quando conhecido o vencedor, conversarem para pelo menos as ruas mais centrais receberem o serviço para amenizar a falta de vagas. E caso ambas forem inablitadas, um contrato emergencial passa a ser a solução.