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Reforma previdenciária é tema de debate

Atividade promovida pelo Sime teve como público alvo os servidores municipais

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Encontro reuniu lideranças municipais e estaduais ligadas ao funcionalismo público
Por Karine Heller
Foto Karine Heller

O Sindicato dos Municipários de Erechim (Sime) promoveu, na tarde de ontem (7), ciclo de debates sobre a reforma da Previdência, leis trabalhistas, direitos e deveres dos servidores públicos. A atividade foi realizada no Centro Cultural 25 de Julho, e teve o apoio da Federação dos Sindicatos dos Servidores Municipais do Rio Grande do Sul (Fesismers) e da Associação Gaúcha de Instituições de Previdência Pública (Agip). De acordo com a presidente do Sime, Sueli Marques dos Santos, o debate teve como público alvo os servidores públicos do município de Erechim. Para participar da atividade, foram liberados pelo Executivo municipal, 10% dos servidores de cada setor público da prefeitura.

Estiveram presentes o presidente da Federação dos Sindicatos dos Servidores Municipais do Rio Grande do Sul, Marino da Silva; o presidente da Associação Gaúcha de Instituições de Previdência Pública, Alderi Zanatta; o procurador jurídico do Sime, Gerson Fuzinatto; o procurador jurídico da Federação, João Artur Bortoluzzi e o diretor da entidade, Elias Moreira.

Para a presidente do Sime, o evento tem significativa importância para o funcionalismo público. “O repasse de informações para os nossos servidores é imprescindível. O sindicato, como entidade representativa da classe, tem o dever de promover encontros, onde o conhecimento repassado possa contribuir para a disseminação de temas relevantes como o que se refere nesse ciclo de debates. O sindicato tem a função de se manter unido, não para defender partido, mas sim para atuar com foco no servidor, buscando a manutenção e a garantia dos direitos”, frisou Sueli.

Segundo o presidente da Fesismers, a entidade atua em sintonia com seu papel institucional, de defender a democracia e a voz das bases, dos trabalhadores e da valorização dos serviços públicos. “Nosso papel aqui é dar todo o suporte para o Sime, através do sistema federativo, para que a entidade seja valorizada no desempenho do seu papel, de dar o retorno esperado aos seus associados. Além disso, almejamos a imediata reorganização desta agenda de retrocessos que o governo Federal quer pôr em ação, rasgando a Constituição Federal”, destacou Marino.

O presidente da Agip disse que a reforma que o governo Federal propõe carece de embasamento técnico e é socialmente injusta. “Seus fundamentos são apenas políticos e financeiros, o que desconfigura o cunho social. Não somos contra ajustes gradativos da Previdência, mas queremos ser ouvidos e que seja dada a oportunidade concreta de participação nas diferentes instâncias da sociedade nesse processo. Os funcionários públicos brasileiros são contra a forma como o governo quer implementar essa reforma, sem o diálogo com os segmentos representativos da sociedade civil organizada. Não podemos deixar que penalizem os trabalhadores deste País”, concluiu Zanatta.

 

 

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