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Erechim

Bispo divulga nota sobre práticas incentivadas por uma nova igreja

Dom José Gislon divulgou nota orientando fiéis sobre práticas religiosas incentivadas

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Bispo diocesano de Erechim, Dom José Gislon
Por Assessoria
Foto Divulgação

"Na responsabilidade de bispo diocesano de orientar o povo de Deus, guardar e promover a comunhão e a integridade de sua fé verdadeira, alerto os fiéis católicos de nossa diocese a respeito de práticas devocionais à Nossa Senhora, especialmente com a invocação da “Rosa Mística”, promovidas por um grupo ligado a alguém que se apresenta como bispo de uma igreja autointitulada “católica, apostólica, conservadora do Brasil”, dissidente de outra, autoproclamada “católica apostólica brasileira”, mas que não é Católica, Apostólica Romana, ligada ao Papa e nem integra o grupo das Igrejas cristãs ecumênicas.

Dom José assegura respeito a todos os grupos religiosos, mas diz que não pode deixar de fazer o devido esclarecimento aos fiéis católicos. “Por promover a devoção a Nossa Senhora com a recitação do rosário completo com o conjunto dos quatro mistérios e por promover batizados, crismas, casamentos e outros rituais, com a presença daquele assim chamado bispo ou ministros por ele chamados de padres e por utilizar vestes litúrgicas e ritos de nossa Igreja, causa confusão nos fiéis católicos”.

O bispo diocesano orienta tais grupos de oração a frequentarem grupos de capelinhas domiciliares, de grupos de famílias, de círculos bíblicos, do terço dos homens, do Apostolado da Oração e de outras iniciativas devocionais das paróquias. “É sempre importante discernir quais práticas religiosas são da nossa Igreja, de igrejas ecumênicas ou de outros grupos religiosos. Em caso de dúvida, consultar o padre”.

Veja a nota na íntegra

Na responsabilidade de bispo diocesano de orientar o povo de Deus, guardar e promover a comunhão e a integridade de sua fé verdadeira, alerto os fiéis católicos de nossa diocese a respeito de práticas devocionais a Nossa Senhora, especialmente com a invocação da “Rosa Mística”, promovidas por um grupo ligado a alguém que se apresenta como bispo de uma igreja autointitulada “católica, apostólica, conservadora do Brasil”, dissidente de outra, autoproclamada “católica apostólica brasileira”, mas que não é Católica, Apostólica Romana, ligada ao Papa e nem integra o grupo das igrejas cristãs ecumênicas.

Inspirados em nosso Senhor Jesus Cristo e nas orientações do Papa Francisco, asseguro respeito a todos os grupos religiosos, mas não posso deixar de fazer o devido esclarecimento aos fiéis católicos.

Por promover a devoção a Nossa Senhora com a recitação do rosário completo com o conjunto dos quatro mistérios e por promover batizados, crismas, casamentos e outros rituais, com a presença daquele assim chamado bispo ou ministros por ele chamados de padres e por utilizar vestes litúrgicas e ritos de nossa Igreja, causa confusão nos fiéis católicos.

Exorto aos nossos católicos e católicas, que, certamente com boa vontade, organizam ou participam de tais grupos de oração, a frequentarem grupos de capelinhas domiciliares, de grupos de famílias, de círculos bíblicos, do terço dos homens, do Apostolado da Oração  e de outras iniciativas devocionais de nossas paróquias com orientação de nossos padres, validamente ordenados e oficialmente nomeados para a evangelização, celebração da liturgia e orientação espiritual de nossas comunidades, em suas respectivas paróquias.

É sempre importante discernir quais práticas religiosas são da nossa Igreja, de Igrejas ecumênicas ou de outros grupos religiosos. Em caso de dúvida, consultar o padre. Há pessoas de tais grupos que não querem que o padre fique sabendo e procuram atrair membros da comunidade católica, que, sem se darem conta, estão se desviando da sua Igreja e incorrendo em erros doutrinais.

Erechim, 09 de março de 2017.

 

Dom José Gislon, OFMCap

Bispo Diocesano de Erexim.

 

 

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