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Secretaria de Planejamento tem função estratégica no governo

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Secretário do Planejamento, José Camargo
Por Paola Seibt - paola@jornalbomdia.com.br
Foto Paola Seibt

Segundo o gestor, a estrutura da unidade está mais enxuta e eminentemente técnica

 

Há 20 dias ocupando o cargo de secretário de Planejamento de Erechim, José Osvaldo Leite Camargo, concedeu entrevista ao Bom Dia na manhã de quinta-feira (19), em seu gabinete. Oportunidade em que falou sobre as atribuições e as ações que estão sendo desenvolvidas. 

Depois de obter conhecimento sobre a pasta, o intuito é organizar uma diretriz que tenha a afeição do prefeito Luiz Francisco Schmidt. “Aqui ficou uma estrutura muito mais enxuta e eminentemente técnica. Esse é o jeito que o prefeito determinou que fosse e é dentro dessa diretriz que nós estamos, não só montando, mas trabalhando,” esclarece.

A Secretaria de Planejamento atuará transversalmente com as outras pastas, no sentido de manter uma interação com as demais unidades. Para isso, Camargo e sua equipe estão se reunindo com os gestores para definir a forma de trabalho. “A transversalidade, que inclusive faz parte do plano de governo do prefeito, é a interação entre as secretarias,” comenta.

Camargo resume a responsabilidade da pasta: “a secretaria planeja e cuida da estratégia de governo, e a forma como vai cuidar e fazer é o PPA que vai ter a ‘cara’ do prefeito, contida no plano de governo. Os outros vão sonhar e apresentar para nós e a gente vê se pode transformar isso em realidade, buscando recursos e trabalhando com a equipe técnica de apoio”.

Entre as atribuições da Secretaria de Planejamento, o gestor explica que a pasta conta com estrutura técnica para atender as demais, no que tange a elaboração de projetos e o planejamento.  Nesta semana, Camargo já se reuniu com o administrador judicial do Banco de Sangue, Jackson Arpini, com o secretário de Agricultura, Leandro Basso e da Cidadania, Linir Zanella.

Também é uma das incumbências da secretaria, a organização do Plano Plurianual (PAA), neste caso, válida para 2018-2021. Já neste ano, duas reuniões foram realizadas. Em parceria com a secretaria da Fazenda foi definida a equipe de trabalho e organizado como o processo será conduzido para que a equipe atue com os demais órgãos do governo. 

“O PAA é um instrumento que existe por força de lei. Estaremos fazendo um texto técnico e trazendo o plano de governo do prefeito Schmidt em todas as áreas. O PAA também é um suporte para que tecnicamente se construa a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e se faça a Lei Orçamentária Anual (LOA),” explica. Depois do texto concluído, o PAA será apresentado em audiência pública e apreciado pela Câmara de Vereadores. 

Orçamento Público

Questionado se o programa do Orçamento Participativo terá continuidade no novo governo, Camargo afirma que sua essência deve continuar, no entanto com caráter mais técnico, racional, austero e como um instrumento de trabalho de governo. Porém, com a nomenclatura que deverá ser Orçamento Público. O secretário comentou que na outra gestão do prefeito Schmidt ele foi pioneiro na construção de casas populares junto a Caixa Econômica Federal, quando não existia o programa Minha Casa Minha Vida. “A essência continuou e a denominação não é o mais importante. Naquela época o Orçamento Público era bastante operacional e sem tanta pirotecnia, ele foi um instrumento de ações de governo. Não estou dizendo que o Orçamento Participativo é ruim, mas na época do Schmidt não tinha uma conotação quase que exclusiva de política partidária, era uma ação técnica,” declara.

Pelo jeito, é aquela essência que o prefeito quer dar continuidade, a do Orçamento Público. Que, conforme Camargo, era “bastante técnica, muito racional, austera e vai ser um instrumento de trabalho de governo”.

Recursos

A questão orçamentária tem afligido todos os entes da federação, e não é diferente com os municípios. Diante disso, uma das ações da Secretaria de Planejamento é, junto com as demais pastas, buscar recursos junto a União para conseguir fazer mais por Erechim. “Hoje é uma necessidade, porque todo governante resolve as demandas e os problemas que tem na comunidade com recursos, se tem se faz, mas se tem pouco recurso precisa ser muito criativo e usar da austeridade para poder resolver e promover as obras necessárias,” diz.  

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