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Blog do Dennis Allan

Não é justo!

Por Dennis Allan

A minha sogra, uma mulher sábia que criou seis filhos, entendia injustiças. Como praticamente todos os pais, ela ouvia reclamações de um filho sobre suposto tratamento preferencial dado a outro. Ela inventou uma estratégia para minimizar essas reclamações, especialmente na divisão de guloseimas. Se for para dividir um doce igualmente entre dois, ela mandou um dos dois a fazer a divisão e deixou o outro escolher sua “metade”. Dessa forma, quem dividia foi cuidadoso para não perder e ficar com uma parte menor.

Em todas as esferas de atividade humana, ouvimos reclamações sobre injustiças. Fãs de times eliminados em competições esportivas frequentemente criticam os árbitros. Candidatos que perdem eleições gritam “fraude”. Quem perde sua causa em um tribunal pode até apelar a decisão para mostrar a injustiça feita.

Muitas vezes, essas pessoas têm razão. A justiça humana, seja dos pais, dos árbitros ou dos juízes, pode falhar. Crianças que não fizeram nada de errado sofrem castigos em casa. Pessoas inocentes vão para a cadeia enquanto criminosos continuam sua vida em liberdade. Há muitas injustiças neste mundo.

A Bíblia inclui muitas instruções para minimizar as injustiças humanas.

Na Lei dada aos israelitas no monte Sinai, Deus disse: “Não seja injusto ao julgar uma causa, nem favorecendo o pobre, nem agradando o rico; julgue o seu próximo com justiça” (Levítico 19:15). O profeta Zacarias lembrou o povo dos princípios de Deus ignorados durante séculos: “Assim falou o Senhor dos Exércitos: ‘Julguem segundo a verdade e sejam bondosos e misericordiosos uns com os outros. Não oprimam a viúva, nem o órfão, nem o estrangeiro, nem o pobre, e que ninguém faça planos para prejudicar o seu próximo’” (Zacarias 7:9,10).

O ensinamento do Novo Testamento é igualmente claro. Tiago escreveu: “Meus irmãos, vocês não podem ter fé em nosso Senhor Jesus Cristo, o Senhor da glória, e ao mesmo tempo tratar as pessoas com parcialidade” (Tiago 2:1). Ele disse que a imparcialidade é característica da sabedoria lá do alto (Tiago 3:17).

Devemos sempre buscar a justiça em imitação do perfeito Deus que nos governa. O rei Josafá entendeu isso quando orientou seus juízes: “Tenham cuidado com o que vão fazer, porque o Senhor, nosso Deus, não admite injustiça nem parcialidade, e também não aceita suborno” (2 Crônicas 19:7). O salmista Etã disse a Deus: “Justiça e direito são o fundamento do teu trono” (Salmo 89:14).

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