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Blog do Dennis Allan

Junte-se a Eles?

Por Dennis Allan

Um provérbio popular diz: “Se você não pode vencê-los, junte-se a eles”. É usado para falar sobre negócios onde concorrentes se juntam para fazer empresas ainda mais fortes. O mesmo ditado aparece em uma matéria que incentiva a aceitação da inteligência artificial no mercado de trabalho. Nesses contextos, pode fazer sentido.

Em nossas batalhas espirituais contra as tentações da vida, jamais podemos adotar esse ditado. Davi orou: “Põe guarda à minha boca, Senhor; vigia a porta dos meus lábios. Não permitas que o meu coração se incline para o mal, para a prática da perversidade na companhia de malfeitores; e que eu não coma das suas iguarias” (Salmo 141:3-4). As Escrituras nos incentivam a sempre resistir às tentações na busca da santidade. Paulo falou de cuidado e da necessidade de aproveitar as saídas que Deus oferece (1 Coríntios 10:12-13). Jesus oferece ajuda aos tentados (Hebreus 2:18) porque ele enfrentou as mesmas tentações sem ceder ao pecado (Hebreus 4:15). Ele nos ensina a pedir a ajuda de Deus para nos livrar do mal (Mateus 6:13). Tiago diz que devemos nos submeter a Deus e resistir ao Diabo (Tiago 4:7).

A vitória sobre tentação nunca é fácil. Pelo contrário, é uma guerra que ameaça nos matar. Pedro diz: “Amados, peço a vocês, como peregrinos e forasteiros que são, que se abstenham das paixões carnais, que fazem guerra contra a alma” (1 Pedro 2:11). Paulo fala da armadura necessária para essa batalha espiritual (Efésios 6:10-17).

Observamos uma batalha como exemplo no confronto de Jesus com Satanás no deserto. O Diabo tentou incitar sentimentos egoístas e ambiciosos. Ele ofereceu atalhos menos doloridos do que o propósito divino. Até citou (e torceu) as Escrituras para justificar as tentações. Jesus respondeu com instruções bíblicas e a determinação de não ceder. É um exemplo a ser imitado!

Quando observamos as muitas orientações bíblicas sobre como lidar com tentação, apreciamos outras palavras de Davi naquele mesmo Salmo. “Fira-me o justo, e isso será um favor; repreenda-me, e será como óleo sobre a minha cabeça, a qual não há de rejeitá-lo” (Salmo 141:5). Davi entendeu que a correção feita pelo justo, mesmo se fosse severa, foi uma bênção de Deus para seu bem. Outro autor disse: “Quem dá ouvidos à repreensão construtiva terá a sua morada no meio dos sábios. Quem rejeita a disciplina despreza a si mesmo, mas o que aceita a repreensão adquire entendimento” (Provérbios 15:31-33).

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