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Blog do Dennis Allan

Salmo 35: Senhor da Justiça

Por Dennis Allan

Agora, nesta última de três reflexões sobre o Salmo 35, chegamos ao papel do Senhor da justiça. Já observamos a conduta dos perseguidores e a atitude do servo do Senhor que sofre com os ataques não merecidos. O Salmo 35 é um apelo ao Senhor, pedindo proteção e justiça.

Davi apresenta Deus como um guerreiro valente que defende a causa do servo perseguido.

“Ó Senhor, defende a minha causa contra os que me acusam; luta contra aqueles que me atacam. Embraça o escudo e a couraça e ergue-te em meu auxílio. Empunha a lança e reprime o passo dos meus perseguidores. Dize à minha alma: ‘Eu sou a sua salvação’” (versos 1-4).

Para defender o oprimido, Deus necessariamente age contra os perseguidores. Davi continua: “Sejam como a palha que o vento leva, impelindo-os o anjo do Senhor. Que o caminho deles fique escuro e se torne escorregadio, e que o anjo do Senhor os persiga” (versos 5 e 6). Falta de entendimento desse fato, dos dois lados da justiça divina, dificulta a aceitação dos elementos imprecatórios dos Salmos. Deus não pode salvar os justos oprimidos sem condenar seus opressores.

Davi entendeu que o mesmo Deus que julgava seus adversários sondava seu próprio coração. Quando ele pediu a justiça, o rei se abria para ser julgado: “Tu, Senhor, tens visto isso; não te cales; Senhor, não te ausentes de mim. Acorda e desperta para me fazeres justiça! Defende a minha causa, Deus meu e Senhor meu. Julga-me, Senhor, Deus meu, segundo a tua justiça; não permitas que se alegrem à minha custa” (versos 22-24).

Esse Salmo não é apenas uma série de apelos feitos por Davi. Esse salmista mesclou palavras de adoração com suas súplicas. “Então a minha alma se alegrará no Senhor e se regozijará na sua salvação. Todos os meus ossos dirão: ‘Senhor, quem é semelhante a ti?’” (versos 9 e 10). Ele encerra seu hino chamando outros justos e se juntarem a ele no louvor ao Senhor: “Cantem de júbilo e se alegrem os que têm prazer na minha retidão!  Que eles digam sempre: ‘Glorificado seja o Senhor, que se compraz na prosperidade do seu servo!’ E a minha língua celebrará a tua justiça e o teu louvor todo o dia” (versos 27 e 28).

Nas duas reflexões anteriores consideramos os perseguidores condenados e os perseguidos protegidos. A separação entre essas duas categorias nem sempre fica imediatamente aparente para nós. No final das contas, Deus, na sua sabedoria infinita, é quem faz a perfeita e justa distinção.

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