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Blog do Dennis Allan

Discurso na família e na igreja

Por Dennis Allan

Eu dou graças a Deus pela liberdade de expressão garantida pelas leis de muitos países. Acredito na importância de discurso público e a liberdade de debater ideias diferentes. Como valorizo muito o exemplo de Jesus e seus apóstolos, reconheço a necessidade de confrontos abertos sobre questões espirituais e religiosos.

Jesus confrontou os líderes religiosos. Sendo Deus na carne, ele se apresentou com autoridade no seu ensinamento (Mateus 7:28-29) e falou em termos de forte condenação sobre as contradições e hipocrisia dessas pessoas influentes (Mateus 15:3-7; 23:13-36).

Os apóstolos e outros seguidores de Jesus transmitiram e defenderam a mesma mensagem. Pedro condenou a ação dos judeus que mataram Jesus (Atos 2:23,36; 3:13,14,19) e recusou se calar mesmo quando ameaçado pelas autoridades (Atos 4:19-20; 5:29-32). Estêvão não fugiu dos debates nas sinagogas e condenou a teimosa rebeldia dos mais poderosos religiosos em Jerusalém (Atos 6:8-10; 7:51-53). Paulo discutia com os filósofos gregos (Atos 17:16-32). Em Éfeso, ele discutia com outros na sinagoga durante três meses. Quando essa porta fechou, ele continuou falando abertamente em outro lugar na mesma cidade durante mais dois anos (Atos 19:8-10).

Mostrando o devido respeito às autoridades, Paulo aproveitou oportunidades para falar publicamente na presença do comandante romano em Jerusalém e diante de governadores e um rei em Cesareia (Atos 21:27-40; 24:10; 26:1).

Na família, pais têm a responsabilidade de educar os filhos conforme a palavra de Deus (Efésios 6:4), e assim exercem o direito de defender sua casa de enganos e mentiras. Igrejas devem vigiar pela sã doutrina, testando aqueles que ensinam e rejeitando pessoas que distorcem o ensinamento do Senhor (Gálatas 1:8-9; 2 João 9; Romanos 16:17). Não significa violência, e sim o uso honesto da palavra de Deus para distinguir entre certo e errado.

O discurso aberto de Jesus e seus discípulos não indicava uma atitude pluralista que considera todas as ideias igualmente válidas. Eles afirmaram verdades com intenção de mostrar o erro daqueles que contradiziam. Por meio do ensinamento claro das coisas reveladas por Deus, ensinamentos que temos hoje nas Escrituras, procuraram convencer os outros a abandonarem o engano de falsas doutrinas. Recusaram usar armas carnais, sabendo que a verdade venceria seus adversários (2 Coríntios 10:3-6). A verdade não teme investigação honesta.

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