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Blog do Dennis Allan

Tem misericórdia de mim

Por Dennis Allan

O rei Saul não aceitou o decreto do Senhor quando prometeu que sua dinastia não seria estabelecida e que o reino de Israel seria dado a Davi, jovem de uma outra família. Imaginando ser possível resistir os planos de Deus, Saul perseguiu Davi. Ele achou possível matar o sucessor escolhido por Deus para garantir que seu próprio filho reinasse depois da sua morte.

Davi, por sua vez, não levantou a mão contra Saul. Mesmo sabendo que Deus havia rejeitado Saul, Davi não agiu para antecipar a queda do rei. Ele fugiu do seu perseguidor. Às vezes, saiu do território de Israel. Em outros momentos, se escondia no deserto ou até em cavernas. Salmo 57 e vários outros dos hinos compostos por Davi tem esse período de fuga como seu plano de fundo.

Davi estava em uma caverna, mas não achou que a pedra ao seu redor fosse a verdadeira proteção. Ele disse: “Tem misericórdia de mim, ó Deus, tem misericórdia, pois em ti a minha alma se refugia; à sombra das tuas asas me abrigo, até que passem as calamidades” (Salmos 57:1). As palavras de Davi não foram afirmações de ditados vagos de pensamento positivo, nem de autoconfiança no seu próprio poder para resolver o problema. Davi compreendeu, na prática, a importância da confiança em Deus. Seu abrigo não foi a caverna, e sim o próprio Senhor.

Davi entendeu que o livramento teria dois lados. Ele falou da ação divina: “Dos céus ele me envia o seu auxílio e me livra; cobre de vergonha os que procuram me destruir. Envia a sua misericórdia e a sua fidelidade” (Salmo 57:3). Para livrar o oprimido, Deus teria de humilhar os opressores, descritos como leões devoradores com línguas de flechas e espadas afiadas (Salmo 57:4). Foi exatamente isso que aconteceu. Ele frisa esse contraste: “Abriram uma cova diante de mim, mas eles mesmos caíram nela. Firme está o meu coração, ó Deus, o meu coração está firme” (Salmo 57:6-7).

Um aspecto impressionante desse Salmo é o foco de Davi no louvor a Deus. Ele vivia sob ameaça de morte, fugindo de um lugar para outro e se escondendo em cavernas e, mesmo assim, adorou o Senhor. Ele encerra o Salmo com estas palavras: “Eu te darei graças entre os povos; cantarei louvores a ti entre as nações. Pois a tua misericórdia se eleva até os céus, e a tua fidelidade, até as nuvens. Sê exaltado, ó Deus, acima dos céus; e em toda a terra brilhe a tua glória” (Salmo 57:9-11).

Davi seria salvo. Saul seria humilhado. Mais importante, Deus seria exaltado!

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