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Blog do Dennis Allan

Nos lugares quebrados

Por Dennis Allan

Quando Joe Biden, ex-presidente norte americano, comunicou ao público a notícia do seu diagnóstico de câncer, ele disse “...somos mais fortes nos lugares quebrados”. As palavras são adaptadas de uma citação do famoso autor Ernest Hemingway. O comentário dele sobre a solidariedade da família em enfrentar a ameaça dessa doença reflete um princípio ilustrado na Natureza e afirmado nas Escrituras no âmbito espiritual.

Ossos quebrados que cicatrizam ficam mais fortes, pelo menos por algum tempo, no local da fratura. Algumas árvores ficam mais fortes depois de serem podadas.

As afirmações bíblicas são muito mais importantes do que algumas ilustrações naturais.

A vida do apóstolo Paulo estava cheia de sofrimento. Ele foi perseguido por judeus e gentios, açoitado e apedrejado. Foi vítima de vários naufrágios. Passou anos como prisioneiro sob a autoridade romana. Apesar de todos os obstáculos no seu caminho, Paulo nunca desistiu do seu serviço a Deus. Trabalhou incansavelmente para salvar as pessoas ao seu redor. Paulo se sacrificou diariamente para o benefício dos outros.

Um “espinho na carne, mensageiro de Satanás”, algum sofrimento que ele não identificou, perturbou Paulo. Ele pediu para Deus o livrar desse espinho, mas o Senhor recusou. Paulo escreveu:

“Três vezes pedi ao Senhor que o afastasse de mim.

Então ele me disse: ‘A minha graça é o que basta para você, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza.’

De boa vontade, pois, mais me gloriarei nas fraquezas, para que sobre mim repouse o poder de Cristo. Por isso, sinto prazer nas fraquezas, nos insultos, nas privações, nas perseguições, nas angústias, por amor de Cristo. Porque, quando sou fraco, então é que sou forte” (2 Coríntios 12:8-10).

Paulo ficou mais forte nos lugares quebrados, não por sua própria coragem e sim, por sua confiança no Senhor. Quando admitia sua fraqueza e falta de controle das suas circunstâncias, ele aprendeu a se depender mais do Senhor.

O exemplo que motivou Paulo é o mesmo que deve nos guiar. Ele olhou para o sacrifício de Jesus, que viveu e morreu para glorificar o Pai. Foi o próprio Jesus quem ensinou uma atitude de entrega incondicional: “Se alguém quer vir após mim, negue a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me. Pois quem quiser salvara sua vida a perderá; e quem perder a vida por minha causa, esse a achará” (Mateus 16:24-25).

Orientados por esses exemplos, encaremos o sofrimento com alegria (Tiago 1:2-4).

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