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Blog do Dennis Allan

A chegada do Rei

Por Dennis Allan

Mesmo pessoas que moram em países democráticos ficam fascinadas com as cerimônias de coroação de reis e rainhas. Quando Charles III sucedeu a Rainha Elizabeth II no Reino Unido, estimativas de audiência mundial da coroação variavam entre 400 milhões e dois bilhões de telespectadores.

3.000 anos atrás, o rei Davi organizou a procissão que levou a Arca da Aliança, um móvel sagrado que representava o trono de Deus, para Jerusalém. Foi uma ocasião festiva e um passo importante nas preparações para a construção do luxuoso templo em Jerusalém. É provável que a chegada da Arca tenha sido o contexto da composição do Salmo 24 por Davi. Esse Salmo considera Deus de três perspectivas: criação, comunhão e celebração.

Criação. Como muitos Salmos e outros textos de adoração, este hino apresenta Deus como Soberano Criador do mundo:

“Ao Senhor pertence a terra e a sua plenitude, o mundo e os que nele habitam. Porque ele fundou-a sobre os mares e sobre as correntes a estabeleceu” (Salmo 24:1-2).

Comunhão. Os Salmos de Davi demonstram um sincero desejo de estar em comunhão com Deus. Neste Salmo, ele descreve a integridade necessária para ter uma relação com o Criador e, ao mesmo tempo, emprega a palavra salvação. Deus quer a santidade, mas ninguém entra na sua presença por mérito próprio:

“Quem subirá ao monte do Senhor? Quem há de permanecer no seu santo lugar?

O que é limpo de mãos e puro de coração, que não entrega a sua alma à falsidade, nem faz juramentos com a intenção de enganar.

Este receberá do Senhor a bênção e a justiça do Deus da sua salvação.

Esta é a geração dos que o buscam, dos que buscam a face do Deus de Jacó” (Salmo 24:3-6).

Celebração. Os últimos versos desse Salmo refletem a alegria do Salmista e outros ao receber o Rei da Glória, o próprio Senhor:

“Levantem as suas cabeças, ó portas! Levantem-se, ó portais eternos, para que entre o Rei da glória.

Quem é o Rei da glória? O Senhor, forte e poderoso, o Senhor, poderoso nas batalhas.

Levantem as suas cabeças, ó portas! Levantem-se, ó portais eternos, para que entre o Rei da glória.

Quem é esse Rei da glória? O Senhor dos Exércitos, ele é o Rei da glória” (Salmo 24:7-10).

Hoje, devemos olhar para nosso Criador, desejar a comunhão com ele e reconhecer sua posição como Soberano Rei com domínio absoluto em nossas vidas. Dependemos da graça dele, e ele deseja a nossa santidade para manter a comunhão eterna entre Criador e criaturas.

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